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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Edição de maio do Eco


Mês que vem é aniversário do Eco. E isso, teoricamente, significaria que estamos em pleno inferno astral. Será? Bom, apesar de ainda faltar muito para o retorno de Saturno, as mudanças já começaram a aparecer. Por exemplo: a edição de maio do Eco vai acontecer no próximo domingo. Mas não é só isso, o horário também mudou: será a partir das 18 horas. Onde? Bom, essa é a outra mudança: o Eco vai acontecer no Maquinaria

Compondo o elenco de poetas convidados, Marcus Groza - autor  de Do Buraco à Poça (Patuá, 2013) e Sossego Abutre (Patuá, 2015) e co-editor da Revista Abate - e Julia Mendes - autora de Desde quando deserto (Patuá, 2014) e Para um corpo preso no guindaste (Patuá, 2012) - virão do Rio de Janeiro especialmente para, pela primeira vez, participar do Eco. 

Darlan Lula, autor de Viera Tarde (Nankin/FUNALFA, 2005) e Desvios (7letras/FUNALFA), 2008), esteve no nosso palco em 2012 e retorna agora trazendo os versos de seu livro mais recente, Casa de Madeira (FUNALFA, 2015); enquanto o jornalista Mauro Morais - que organizou os poemas de seu pai, Mauro Fonseca, participante de movimentos literários emblemáticos como D'Lira e Abre Alas, na antologia Entre o aborto e o parto (FUNALFA, 2015) - faz sua estreia em nosso microfone.

O restante você já sabe: trilha sonora, banquinha de publicações independentes e, claro, nosso querido microfone aberto esperando que você tire seus textos da gaveta. 

*

Edição de maio do Eco Performances Poéticas
dia 24 de maio, domingo
a partir das 18 horas
no Maquinaria
(Rua São Mateus, 552)

Evento no Facebook: 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Maio

Mês que vem é aniversário do Eco. E isso, teoricamente, significaria que estamos em pleno inferno astral. Será? Bom, apesar de ainda faltar muito para o retorno de Saturno, as mudanças já começaram a chegar... mas por enquanto só podemos adiantar que a edição de maio do Eco vai acontecer no próximo domingo, a partir das 18h, no Maquinaria (Rua São Mateus, 552). Mais detalhes em breve. Nos vemos lá?

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Sobre poesia, isopor e fotos de celular

Por que algumas pessoas escolhem passar a noite de sexta lendo seus poemas para amigos e/ou estranhos em um microfone e outras jamais considerariam tal coisa? Por que algumas pessoas se sentam na grama de um museu no centro da cidade com uma lata de cerveja na mão, ouvindo textos alheios e outras jamais pensariam em fazê-lo? Provavelmente não existem respostas exatas para perguntas como essa, entretanto, não importa. O que importa é que a edição de abril do Eco talvez tenha entrado para a história do evento como uma das mais improvisadas e, ao mesmo tempo, mais vibrantes dos últimos tempos.

Leitura de Marcela Batista.
Isopor da poesia.
Leitura de Anelise Freitas. 

O cancelamento do coquetel fez com que a possibilidade de vender cerveja no isopor, que antes era só uma piada interna da organização, se tornasse a única saída possível. A ausência de um fotógrafo de verdade fez com que as escuras fotos de celulares fossem o único registro da noite. Entretanto (ou talvez por isso) poucas vezes se viu poetas e público tão envolvidos e atentos às leituras e performances. 




Thomas Frizeiro estreando na trilha sonora do Eco.
Anderson Pires foi o apresentador da noite. 
A clássica banquinha de publicações.
Thomas Frizeiro, também conhecido como DJ Tomáz, estreou na trilha sonora, passeando por canções de Alt-J, Chet Faker e Criolo, entre outros. Giuliano Kid também contribuiu para a parte musical do evento, fazendo ao vivo uma trilha para a leitura de alguns poemas de Anderson Pires. 


Giuliano Kid e a trilha sonora ao vivo.
Público espalhado pelo gramado do MAMM.

Leitura de Ana Lídia Resende Paula.

Marcela Batista privilegiou a série de poemas que escreveu ao longo de sua estada em Portugal, enquanto a jovem poeta Ana Lídia Resende Paula mostrou uma pouco de sua já ampla produção. André Capilé lançou sua tradução de T.S. Eliot, A canção de amor de J. Pinto Sayão (Edições Macondo, 2015), mas também fez leituras de publicações anteriores, assim como Anelise Freitas, que leu na íntegra sua plaquete Pode ser que eu morra na volta (Edições Macondo, 2015), mas também apresentou no microfone poemas ainda inéditos.


André Capilé lançou sua tradução de T.S. Eliot.

Otávio Campos lê poemas de Matilde Campilho.

O microfone aberto foi apresentado por Otávio Campos que, entre um e outro inscrito, leu alguns poemas da portuguesa Matilde Campilho. Giovani Verazzanni, Rachel Strehle, Priscila Alves e Rafael M. foram algumas das pessoas que resolveram trocar de de papel, passando de público a poeta da vez, e apresentaram seus textos.

A cerveja e a música acabaram, os equipamentos foram recolhidos e o fechamento dos portões do MAMM anunciou o fim de mais uma edição do Eco. Mas no dia 22 de maio estaremos de volta, com ou sem improviso e certamente com bastante espaço e alegria para mais uma vez escolher a poesia em uma noite de sexta-feira. 

domingo, 9 de novembro de 2014

Edição de novembro do Eco!



2014 está passando rápido demais... a gente distrai um pouquinho e quando vê já está na hora de mais uma edição do Eco! E no dia 14 de novembro, o Museu de Arte Murilo Mendes vai sediar mais uma vez a nossa tradicional noite poética, com uma programação cheia de lançamentos e novidades.

Para começar, a poeta carioca radicada em São Paulo Marília Garcia aporta pela primeira vez em terras juiz-foranas. Ela, que é autora de 20 poemas para seu walkman (Cosac Naify, 2007) e Engano geográfico (7letras, 2012), vem acompanhada dos poemas de seu livro mais recente, Um teste de resistores (7letras, 2014). 

Frederico Spada Silva, autor de Arqueologias do olhar (FUNALFA, 2011) e conhecido participante de edições anteriores do Eco, retorna ao microfone para dessa vez lançar seu Coleção de ruínas (Edições Macondo, 2014). 

A carta na manga de Laura Assis é a pré-estreia de seu primeiro livro, Depois de rasgar os mapas (Aquela Editora, 2014), que será oficialmente lançado na segunda quinzena de novembro, com ou sem a participação de Dom Sebastião. 

Natural de Belo Horizonte, Daniel Valentim Mansur é autor do livro de contos Manual prático das ocupações perdidas (Bartlebee, 2011) e está fazendo sua primeira incursão na poesia com Da cor que faz (TextoTerritório, 2014). 

E o elenco ainda conta com a presença de Prisca Agustoni, a poeta suiça mais juiz-forana de que se tem notícia, que participa mais uma vez do Eco, mostrando um pouco de sua produção poética atual.

A trilha fica por conta das viagens sonoras de Caio Montesano Goulart e ainda vai rolar o clássico microfone aberto e a banquinha de livros.

A entrada, claro, é grátis!


Edição de novembro do Eco Performances Poéticas
Dia 14/11/2014, sexta-feira, a partir das 19 horas.
No Museu de Arte Murilo Mendes
(Rua Benjamin Constant, 790. Centro, JF)
Entrada franca

Evento no Facebook: http://on.fb.me/1xmCI7E

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Edição de outubro do Eco!



No dia 10 de outubro, a partir das 19h, o Museu de Arte Murilo Mendes recebe mais uma edição do Eco Performances Poéticas.


Abrindo o elenco de convidados, a poeta paulista Júlia de Carvalho Hansen, integrante do coletivo editorial Chão da Feira e autora dos livros cantos de estima (Selo de estimas e grama, SP, 2009), alforria blues ou Poemas do Destino do Mar (Chão da Feira, BH, 2013) e O túnel e o acordeom - diário fóssil encontrado após a explosão (Não edições, Lisboa, 2013). 



A juiz-forana Carolina Barreto, uma das primeiras poetas a participar do Eco, ainda no ano da criação do evento, e autora de Dois (não pares) (FUNALFA, 2008) e Voragens (FUNALFA, 2012), retorna para mais uma vez ler algumas de suas poesias e mostrar sua produção atual.

Membro da equipe de organização do Eco, Otávio Campos também é um dos poetas do elenco. O autor de Distância (Aquela Editora, 2013) e editor da Um Conto - Revista de Literatura estará lançando seu Amanhã tomo um vôo a Budapeste (Edições Macondo, 2014).

Para fechar o elenco de convidados, o duo Bartok, formado por Eduardo Martins e Aline Coutinho, se apresentará ao vivo, levando ao Eco suas composições influenciadas pela MPB mineira. 

A noite também vai contar com o obrigatório Microfone Aberto, trilha sonora e banquinha de livros com o melhor da poesia contemporânea. E a entrada, claro, é grátis!


Edição de outubro do Eco Performances Poéticas
dia 10 de outubro, sexta-feira, a partir das 19h
no Museu de Arte Murilo Mendes 
(Rua Benjamin Constant, 790, Centro. Juiz de Fora, MG)
Entrada Franca!


Evento no Facebook: http://on.fb.me/1CQiiGq


terça-feira, 15 de julho de 2014

Edição de julho!




Com seis anos de atividades poéticas recém-completados, o Eco realiza, no dia 17 de julho, mais uma edição imperdível no Museu de Arte Murilo Mendes.


Confirmando mais do que nunca a conexão entre a poesia de Juiz de Fora e do Rio de Janeiro, abrimos espaço para o lançamento da Antologia de Poesia dos nossos queridos parceiros cariocas do Jornal do Plástico Bolha. Representando os poetas da antologia e com a missão de apresentar o livro em terras juiz-foranas, sobem ao palco do Eco o editor do Plástico Bolha, Lucas Viriato, e dois dos poetas publicados, Augusto Guimaraens Cavalcanti e André Capilé.

O autor de A calma pressa, Felipe Rezende, vem diretamente de Brasília e também compõe o elenco de escritores convidados, assim como a vivíssima jovem poeta de Leopoldina Bruna Werneck.

A trilha sonora de muitíssimo bom gosto fica por conta de Otávio Campos e a noite ainda vai contar com vídeos do Livro de Reclamações de Luca Argel, banquinha de livros e, claro, o sempre esperadíssimo microfone aberto.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Edição de aniversário do Eco!



No mês em que comemora seu sexto ano de atividades poéticas, o Eco preparou uma edição especialíssima na Liberdade Livraria. André Monteiro vai chegar pontualmente para apresentar os poemas de seu recém-lançado Cheguei atrasado no campeonato de suicídio e Elza de Sá Nogueira, uma das poetas da antologia Livro de sete faces, vai mostrar o que tem produzido de lá para cá. João Victor Costa Medeiros vai desenrolar o ritmo e a poesia de seus escritos e Luiz Fernando Priamo marca presença representando os poetas da organização. E não se esqueçam de tirar os textos de vocês da gaveta, porque é claro que vai rolar o tão esperado microfone aberto. Até lá! ;)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Edição de dezembro do Eco - a última do ano!




Em sua última edição do ano, o Eco Performances Poéticas traz na programação os poetas Renata de Aragão Lopes, com seu recém-lançado livro Doce de lira, poesia à mesa, Milton Rezende, lançando O jardim simultâneo e Rafael Moyses, acompanhado dos fotopoemas de @Julieta de Vênus. A noite contará ainda com a ilustre participação do rapper PMC, vindo diretamente de São Paulo, o retorno do emblemático movimento poético Abre Alas, o lançamento da Um Conto #19 e exibição de videopoemas de Otávio Campos e Danilo Lovisi A trilha sonora fica por conta do DJ convidado José Alexandre Abramo e a lista do microfone aberto aguarda sua inscrição. Ah, e a entrada é grátis, como sempre,


Edição de dezembro do Eco Performances Poéticas

Sexta-feira, 13/12, a partir das 19 horas
no Museu de Arte Murilo Mendes
(Rua Benjamin Constant, 190. Centro)
Entrada grátis. 

domingo, 7 de julho de 2013

Edição de julho do Eco


O Eco demorou... mas apareceu! Afinal de contas, não poderíamos deixar nosso aniversário passar em branco. E para comemorar estamos preparando uma edição TÃO especial que fica até difícil escolher por onde começar a contar! 

Primeiramente o local: essa edição especialíssima do Eco será no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM-UFJF)! 

E o elenco: quatro poetas, cada um lançando seu respectivo livro. Isso mesmo, QUATRO lançamentos na mesma noite. 

A primeira poeta convidada? Bom, quase a perdemos pra FLIP, mas ela vai praticamente pegar uma ponte aérea Paraty-JF para participar do Eco... e é com bastante felicidade que anunciamos a primeira incursão poética da carioca Alice Sant'Anna em terras juiz-foranas, lançando Rabo de baleia (Cosac Naify, 2013). 

Mariano Marovatto, também carioca, já participou do Eco uma vez, juntamente com Os Sete Novos. Há muito tempo queríamos trazê-lo novamente e finalmente conseguimos! E ele promete trazer também suas Mulheres feias sobre patins (7Letras, 2012).

E como gostamos mesmo do Rio de Janeiro (quem não gosta?), convidamos mais um carioca! Nosso parceiro, frequentador do Eco, editor do Plástico Bolha e quase um juiz-forano honorário: Lucas Viriato. E ele também não vem sozinho, uma vez que estará lançando em primeira mão seu Muestras (Organograma, 2013). 

Para fechar o elenco, o poeta e editor da revista "Um Conto" Otávio Campos. E não, ele não é carioca. Leopoldinense radicado em Juiz de Fora, Otávio também estará lançando um livro (seu primeiro!), Distância (Aquela Editora, 2013). 

A trilha sonora fica por conta do também convidado Marcelo Castro, o microfone aberto estará lá firme e forte e a entrada, como sempre, é franca. Até lá!


Edição de aniversário do Eco Performances Poéticas 
Dia 12 de julho, sexta-feira, a partir das 19 horas. 
No Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM-UFJF) 
(Rua Benjamin Constant, 790. Centro, Juiz de Fora-MG) 
Entrada franca

Evento no Facebook: http://migre.me/fm7zZ

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Edição de dezembro do Eco Performances Poéticas




T.S. Eliot que nos perdoe, mas com certeza o mais cruel dos meses é dezembro. Fim de ano, jingle bells, correria, músicas da Simone, lojas transbordando, amigo-oculto... mas para começar bem esse mês caótico, nada melhor do que a última edição do ano do Eco Performances Poéticas, que promete ser um ótimo presente para os seguidores da poesia.

Sempre com o compromisso de dar espaço para novos autores, nessa edição teremos um estreante no elenco do Eco. Apesar de já ter lido no microfone aberto, essa é a primeira vez que o nome do poeta Renan Duarte aparece no rol dos convidados.

André Capilé é nome mais que conhecido para quem acompanha o Eco e a cena literária de Juiz de Fora. Um dos idealizadores do evento, André aparece dessa vez muito bem acompanhado de sua mais nova cria, o livro "rapace".

E dando continuidade a uma ideia mais que feliz surgida em agosto desse ano, mais uma vez teremos a honra de abrir espaço para o pessoal do rap, que virá muito bem representado pelo grupo Contágio, formado por MC Doidan, MC Oldi, Mc Falcão e Bernardinho.



O resto você já sabem: maestro Pedro Paiva comanda as pickups, a listinha do microfone aberto espera ansiosamente pelo seu nome e a banquinha de livros traz o que a poesia contemporânea está produzindo de melhor a preços mais que convidativos. 

Então está marcado? Dia 06 de dezembro, a partir das 20h, no Espaço Mezcla (Rua Benjamin Constant, 720. Centro-JF). E a entrada é grátis, como sempre :)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sobre a edição de Novembro



Texto: René Eberle Rocha
Fotos: Luiz Fernando Priamo

Chega mais um novembro nessas paragens, o ambiente aponta para mais uma edição do Eco Performances Poéticas. Como sempre um evento muito bem frequentado por almas bem dispostas.


Como vem ocorrendo nas últimas edições, uma renovação do certame com estreias, surpresas e muita poesia – (as pessoas iam se ajeitando em suas cadeiras, seus espaços em pé, na arquibancada poética) - percebi uma aura boa logo na entrada, apontando para o cume de minha expectativa, algumas folhas de A4 com rabiscos, muito bem acompanhado e uma long neck na mão.


Para começar os trabalhos, tive o prazer de estrear a noite como convidado (este indivíduo, que vos fala em terceira pessoa , já frequentador assíduo do microfone aberto René Eberle, expondo seus poemas pela primeira vez ao público). Consta nos autos, minha estreia como poeta, “humildemente falando”.


Na sequência tivemos o já conhecido Demetrius Lopes, que além da leitura de seus poemas, abriu espaço para obras de amigos e colaboradores, proporcionando ao público presente, performances únicas, com a participação ilustre de Flávio Abreu conquistando aplausos com leituras instigantes, lindamente teatralizadas.


Em seguida a exibição de vídeos poemas, um toque cada vez mais presente nas edições do Eco. Tudo isso sempre muito bem acompanhado do discotecário Pedro Paiva, discotecando antes, durante e após, embalando o ritmo das performances.


Fechando a noite lindamente, tivemos o microfone aberto, espaço essencial, melhor dizendo: fundamental para existência do Eco, com nomes conhecidos e rostos novos, adocicando expectativas para as próximas edições.


Novembro demorou, veio e já está passando. Esta edição do ECO vai ficar na memória dos presentes, agora é contemplar os dias e esperar a edição de dezembro. O que nos espera? E não precisa pagar para ver.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Fotos do Eco de setembro

A edição de setembro do Eco rendeu belas imagens e compilamos algumas delas aqui. Todas foram feitas pelas lentes da fotógrafa Paula Duarte, a quem muito agradecemos.












quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Edição de setembro do Eco



Neste mês de setembro o Eco tardou, mas não vai falhar. No dia 13, próxima quinta-feira, lá estaremos, tirando a poesia do gabinete e arrastando-a para o palco do Mezcla, como de costume.

No elenco de convidados, dois poetas irão comparecer especialmente para nos mostrar suas novas crias: Alexandre Faria chega acompanhado de seu "Lágrima palhaça", lançado esse ano pela Aquela Editora e Julio Satyro leva debaixo do braço os versos de "Balbucio", que saiu mês passado com apoio da Lei Murilo Mendes. E, para completar, um estreante: o escritor Darlan Lula, autor dos romances "Viera Tarde" (Nankin/Funalfa) e "Desvios" (7letras/Funalfa), que participa pela primeira vez do Eco.

As pickups de Pedro Paiva seguem afinadíssimas como sempre, apresentando o melhor do vinil para embalar a noite, que será registrada pelas lentes da fotógrafa Paula Duarte.

Não podemos nos esquecer do Microfone Aberto (já sabe o que vai ler? separe aí!) e da banquinha de livros, com o melhor da poesia contemporânea independente ao alcance do seu bolso.

E a entrada é grátis, claro. Nos vemos lá?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sobre a edição de agosto


Texto: Tiago Rattes
Fotos: Ana Cláudia Ferreira

Casa lotada para a edição de agosto do Eco Performances Poéticas. Uma noite especial de estréias e surpresas das melhores compuseram um clima de poesia e flow na presença de nada mais nada menos que 153 pessoas.

Filipe Rufato, diretamente de Ubá, propiciou uma bela leitura de seus poemas. Seguido da também estreante Juliana Gervason, de Juiz de Fora.

A despeito da estréia, uma sequência de leituras que mobilizou e tomou a atenção dos presentes.

Na sequência uma nova parceria: a presença da rapaziada do Encontro de MC’s, evento que vem se consagrando em Juiz de Fora no último período. Representando na sequência, os MC’s Oldi, Marcelo Fernandes, Telin e Doidan contaram com o apoio do Maestro Pedro Paiva nas bases.  E a banca presente contribuiu. Diversos MC’s presentes participaram e a casa da poesia ganhou ritmo.

Encontro histórico, público recorde.

Na sequência, antes do microfone aberto nosso discotecário Pedro Paiva presenteou a rapaziada com a belíssima Angola Mix-Tape.

Quem viveu, viu. Segue a saga e a missão de tirar a poesia do gabinete toda primeira quinta do mês.










segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Eco no Labirinto Poético

Texto: Anelise Freitas

Quem imagina que durante o período de férias de inverno o Eco - Performances Poéticas ficou hibernando, está muito enganado. Ao contrário: meditamos novas formas de tocar esse grupo e viajamos na “caravana da poesia”. Mais uma vez estivemos na cidade maravilhosa, agora no novo evento tocado pelo amigo-poeta Lucas Viriato, o Labirinto Poético.

No caminho. Foto: Anelise Freitas.
Luiz Fernando "Mirabel" Priamo lendo. Foto: André Medeiros.
O evento, que tem um formato bem semelhante ao Eco, é uma realização da Coordenação de Arte e Educação, Livro e Leitura da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, com curadoria de Lucas Viriato, e acontece desde abril de 2012.  Enquanto o público bebia algumas cervejas, um artista plástico pintava um quadro no meio no pátio do centro cultural e nós líamos algumas de nossas poesias.

 Anderson e os"Trovadores elétricos". Foto: André Medeiros. 
Pedro Paiva, maestro. Foto: André Medeiros.

Partimos – Laura Assis, Anelise Freitas, Tiago Rattes, Anderson Pires e Pedro Paiva, mais o pessoal da Um Conto - revista de literatura, Tassiana Frank, Danilo Lovisi e Otávio Campos, e da Aquela Editora – na tarde do dia 30 de Junho, rumo ao Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian, no centro da cidade, de onde era possível ver o sambódromo. Como sempre a viagem foi muito bem humorada e na volta – já com Luiz Fernando Priamo, nosso Mirabel, a bordo – estávamos cansados e dorminhocos. O Rio de Janeiro virou um clubinho da esquina, com poesia, música, fanzine, André Capilé e Alexandre Faria (que na ocasião fazia o pré-lançamento de seu livro, Lágrima Palhaça).

Leitura do Tiago Rattes. Foto: André Medeiros.
Leitura do André Capilé. Foto: André Medeiros. 

Essa, como todas as outras viagens na rota da poesia, nos impulsiona a querer fazer sempre mais, de novo, sem parar. Tentamos sempre viajar como um time de futebol, concentrado e menos como uma banda de rock – embora pareçamos mais um circo, admito. Que venha sempre mais, do mesmo, diferente, porque como diz nosso eterno André Capilé – companheiro na/da poesia – “é tudo nosso”! 

Laura Assis e Anelise Freitas. Foto: Larissa Andrioli. 

Um Conto e Aquela Editora. Foto: Edmon Neto.